- Bem aventurados os que reconhecem a pobreza de sua condição espiritual e buscam a ajuda de Deus. Pois serão guiados até Ele.
- Os que choram, pois estão muito próximos do arrependimento, e poderão ser perdoados e consolados.
- Os humildes, que são como crianças dispostas a aprender e receber, pois viverão em Paz na terra.
- Os que buscam ser justos, pois conseguirão.
- Os misericordiosos, que sentem as dificuldades dos outros como sendo as suas, e que tem o coração disposto p/ receber, pois receberão.
- Os puros que buscam a Deus sem se corromper, pois O encontrarão.
- Os que buscam a Paz, pois apresentarão o Pai aos homens,através de suas condutas.
- Os que se mantém firmes nos caminhos dos ensinamentos de Deus mesmo se sentindo excluídos
e perseguidos pelos outros.
Nossos exemplos de vida espiritual, tem que ser completos e vistos claramente por aqueles que estão próximos de nós, para que Deus seja reconhecido, evidenciado e glorificado por todos. Nossa justiça tem que ser mais verdadeira que a simples propagação das mensagens de Deus para os outros; tem que ser vivida. Grandes diante de Deus, são aqueles que compreendem, praticam e ensinam as verdades sobre o seu reino.
Para Deus, Matar tem o mesmo peso da ira ou de um simples deboche, pois são atitudes que revelam nossa total falta de amor p/com o próximo.
Não podemos cultuar a Deus acompanhados de nossas injustiças (iniquidades), Ele não aceitará a nossa presença, antes é necessário repararmos os danos causados aos nossos semelhantes, e não devemos resistir nem argumentar diante do próprio erro.
Cobiçar, trair, repudiar alguém, nada mais é do que a nossa vontade atravessando e ferindo as pessoas a nossa volta, direta ou indiretamente; se o nosso corpo nos domina, melhor é que nos falte num pedaço dele; e mesmo nos sentindo mutilados acreditem, os conceitos desta vida não penetrarão na eternidade em Deus.
Não devemos jurar, prometer, nem mentir para Deus nem para os homens, pois é certo que não temos o poder de dominar nossa vida nem prolongá-la; seja o sim, sim e o não, não; o que disso passar nos afasta de Deus, que é quem determina o rumo de nossas vidas.
Se a injustiça e a maldade estão muito próximos, devemos dar o 1º passo em direção a inverter este contexto ao qual estamos inseridos; não façamos aos outros o que eles fazem conosco. Não podemos ser coniventes com estes sentimentos, revidando estes atos. Devemos procurar em nossas conversas (orações) com Deus, compreender as limitações dos outros e mudar nossas atitudes para com eles, pois nós também somos limitados em nossos erros, e todos estamos sujeitos a dias de sol e dias de chuva.
Temos a obrigação de compreender e seguir perfeitamente as verdades de Deus e suas leis, pois Ele foi perfeito ao criá-las para nós que somos seus filhos.
Não podemos moldar os padrões de justiça e obra espiritual, aos padrões de aceitação dos homens, para sermos vistos e aceitos por eles. O verdadeiro amor ao próximo, procura sentir e entender o que ele sente p/poder ajudá-lo; e devemos manter a privacidade desta atitude, como algo que só diga respeito a Deus, ao próximo e a nós.
Somente devemos nos dirigir a Deus em conversas particulares (orações), e com a finalidade de busca do conhecimento sobre seu reino, sua vontade, suas alianças, sobre o perdão e também p/nos reconhecermos em nossas limitações, erros, tentações (vontades) etc… Deus tem o poder para nos fazer reconhecer a nós mesmos e nossos erros, e nos fazer entender a base e a finalidade do perdão em nossas vidas.
O amor a Deus ( orações, jejuns etc…) assim como o amor ao próximo ( obras, esmolas, etc…) para ser verdadeiro diante de Deus, tem de ser entendido e exercido em nosso mais secreto interior.
Nossos sentimentos são de nossa inteira responsabilidade, são reflexos de nossos olhos, nossa visão da vida. Vemos aquilo que queremos ver, e somos aquilo que queremos ser.
Neste mundo de ilusão, devemos depositar as esperanças de nossos corações nos verdadeiros tesouros oferecidos por Deus, para encontrarmos a Paz e a sua proteção. Devemos em 1º lugar compreender a vontade de Deus e sermos justos como Ele deseja, aí sim todo o resto nos será acrescentado. Nas preocupações pela vida, já basta a cada dia o seu próprio mal, não devemos aumentar esta cota de injustiças e interesses particulares que atropelam, ferem os outros e nos afastam de nosso criador.
Como podemos observar, medir e julgar os erros dos outros, e condená-los ao afastamento de nossas vidas e relacionamentos, se somos todos somos devedores do erro e também não gostamos de nos sentir medidos, julgados e excluídos?
Como nos achamos capazes de ajudar o próximo com seus erros se não admitimos a possibilidade de recebermos ajuda para os nossos?
Está difícil por em prática tudo o que foi anunciado?
Peça, busque, bata e Deus nosso Pai abrirá a porta para que entre e receba as coisas boas de seu reino. Apenas temos que compreender que aos olhos de nosso Pai, somos todos absolutamente iguais e em tudo devemos tratar os outros, como gostaríamos de ser tratados. Deus, nos abre esta porta estreita, e nos conduz por caminhos nem tão apertados assim, se aceitarmos um regime de caráter espiritual, para eliminar o peso de nossos erros. Pena que são poucos os que pedem, buscam, batem e entram.
Para nos orientar nesta busca e caminhada nosso Pai nos dispõe os seus servos, os profetas, que anunciam o seu reino e sua verdade, e nos dá a capacidade de reconhecê-los através de seus frutos; porém nos recomenda especial atenção aos diversos profetas e seus mais variados frutos (que satisfazem os mais variados paladares), sobre isso J.C. foi enfático ao dizer que nem todo aquele que me diz “senhor”, poderá se aproximar de Deus; os frutos que não alimentam, e fenômenos como a manifestações de demônios, milagres e profecias que vão além da verdade autorizada, definitivamente não nos recomendam à Deus, pois não aperfeiçoam nossa consciência, os nossos sentimentos, e não conseguem camuflar a iniquidade (injustiça), que segundo J.C. vai se manter definitivamente afastada de Deus.
Mais vale a prudência e a sensatez de alicerçarmos nosso coração e espírito, com a ajuda do Espírito Santo, sobre a verdade de Deus imutável e inabalável como uma rocha, para não sofrermos eternas perdas e decepções; pois só se aproximará de Deus aquele que cumprir a sua vontade!
E eu… continuo me maravilhando com a autoridade dos ensinamentos de J.C.
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